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Como incentivar os filhos a ler

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A leitura infantil deve ser introduzida desde cedo na vida das nossas crianças. Um hábito que deve ser construído ao longo da vida do seu filho. A leitura colabora para o aprendizado das crianças. É uma atividade prazerosa quando se torna um hábito. A construção desse leitor assíduo vai torná-lo um adulto crítico e consciente. Quanto menores forem os leitores, mais adultos conscientes eles serão. A leitura nos transporta para uma das melhores viagens de nossas vidas. A viagem literária nos propicia emoções e sensações diversas.

Lê-los colabora para a construção da criatividade e liberta a imaginação dos pequenos. Por isto, precisamos criar estratégias para que essa leitura aconteça de maneira bem natural e prazerosa.

  1. Tenha livros em casa e a mão da criança. Lembre-se que os equipamentos eletrônicos na maioria das vezes já faz parte do dia a dia do seu filho e a leitura deve ser incentivada;
  2. Leia para os seus filhos. Assim, aumenta a interação da família. Mas, lembre-se não pode ser uma leitura por obrigação. Tem que quer pura diversão e com carinho;
  3. A família deve frequentar livrarias para a criança ler e se divertir;
  4. Explique sempre os benefícios da leitura para o seu filho. Assim, ele vai refletir;
  5. Pode criar um clube do livro com os seus filhos. Você lê um livro e conta para à história e vice-versa;
  6. Leia histórias de interesse do seu filho.

Com o passar do tempo TUDO a leitura continua sendo divertida e vira um hábito prazeroso. Uma viagem inesquecível!

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Educar = AMAR Limites – prepare o teu filho para a VIDA Educação sem culpa

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Este tema tem sido bastante discutido nos últimos anos no Brasil, principalmente, por especialistas das áreas de Educação e Saúde preocupados com as mudanças na educação dos filhos das últimas décadas. Há tempos a família mudou a maneira de educar seus filhos e como TUDO na vida há consequências. E que consequências! Filhos educados por pais permissivos e que construíram por culpa um novo amor: o amor frouxo, sem muitas exigências.

Karnal (historiador, professor, escritor, palestrante) é categórico quando diz que o NÃO se tornou mais difícil de ser dito, mas é preciso dizer o NÃO para que se estabeleça uma educação mais assertiva, aquela que há limites.

Adolescentes enchem os consultórios de profissionais da área de saúde com problemas dos mais variados, mas este é um tema que será tratado em outro artigo, principalmente, pelo aumento dos quadros de ansiedade e depressão nos jovens de todo o país.  E o que será que aconteceu durante essas décadas para termos jovens sem limites? Quais mudanças aconteceram na educação dos filhos brasileiros?

No livro “Help´, me eduque de Klinjey” ele relata o que aconteceu com o padrão familiar.

As famílias antes da déc. de 80:

Antes dos anos 80 o centro familiar girava em torno do pai – ele ditava as regras. Todos dentro de casa obedeciam as regras e ordens, vivinham com disciplina, com limites bem estabelecidos. As crianças não tinham vez. Elas viviam da maneira que a família determinava.

Esta ordem trazia um sentimento de harmonia e, como consequência, as crianças eram fortes, obedientes, mesmo sendo submissas. TUDO isto fruto de uma educação, normalmente, autoritária.

As famílias depois da déc. de 80:

Os filhos passaram a ser o centro das famílias e, como consequência, passaram a ter PODER de decisão para assuntos diversos no seio familiar.

Uma outra constatação das mudanças que aconteceram nos últimos anos é que muitos pais marcam hora com os professores, coordenadora pedagógica da escola, com profissionais de saúde e buscam entender o motivo de não darem conta de seus filhos. Pais que não sabem o que fazer, segundo Karnal.

 E o que motivou TODAS estas mudanças?

O sentimento de culpa dos pais após as ausências: trabalho em excesso ou separação são os reais motivos das mudanças que vemos hoje. É evidente que falta autoridade e firmeza na hora de educar os filhos.

Nota-se que os pais abriram mão da educação que receberam e criaram um NOVO modelo: educação que permite TUDO. Um modelo menos rígido! Esta é outra constatação que tantos autores, educadores e profissionais de saúde discutem incessantemente nos últimos tempos.

Será que podemos dar aos filhos esse PODER? Os especialistas são categóricos ao dizer que NÃO. Não podemos dar esse poder a eles. Eles não podem escolher a hora de dormir, o que vão comer, ou o automóvel que a família vai comprar. Eles não têm maturidade para fazer estas escolhas e, caso isto ocorra, Klinjey ainda afirma que eles se tornarão déspotas. Forte não é mesmo?! Ter um filho inoperante, mimado, preguiçoso e egoísta não o fará ser um adulto independente, afirma o autor.

Dizer NÃO é fundamental para que ele entenda o que é certo e o que é errado. A educação deve ser pautada em valores morais.  Estes valores são a base para o desenvolvimento de qualquer criança. Está criança precisa de pais que não busquem a felicidade a todo custo, sem que eles entendam o significado de ser ético, de ter respeito ao outro, disciplina e de ter autocontrole. Não precisamos de crianças que só se divertem consumindo e que se isolam do mundo real apenas pela comodidade da família. Precisamos de crianças que entendam o significado do AMOR mais exigente, aquele que define limites e que educa o filho para a VIDA.